Quem São Os Maiores Bilionários Do Brasil E Como Chegaram Lá

PUBLICADO EM 05/24/2020
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O Brasil é um país incrível, com sua natureza deslumbrante, praias lotadas de gente bonita, o carnaval mais animado do mundo, vistas de cair o queixo e uma cultura riquíssima com heranças de povos diversos. Porém, também é um dos países com o maior índice de desigualdade social do planeta. Para ter uma dimensão disso, só os cinco homens mais ricos do Brasil têm uma fortuna que equivale a renda somada da metade da população do país inteiro! Continue lendo para conferir uma lista com alguns dos brasileiros mais incrivelmente ricos da atualidade.

Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US $ 2 bilhões

Ana Lucia é herdeira do Banco Itaú, fundado pelo seu bisavô, que em 2008 foi fundido com o Unibanco. Seu avô, por sua vez, abriu a empresa Duratex, que fabrica até hoje painéis de madeira e acessórios para banheiro, sendo ela uma das acionistas. Seus pais morreram num trágico acidente de avião quando Ana Lucia tinha apenas 8 anos de idade, em 1982, deixando como herança ações do Banco Itaú.

 

Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US $ 2 bilhões

Nevaldo Rocha – US $ 2 bilhões

Nevaldo Rocha é o dono da gigante Riachuelo, uma das maiores varejistas de moda do Brasil. Nevaldo começou com uma loja de roupas em Natal, que abriu com seu irmão Newton. Em 1947 abriram o negócio, e em 1979 compraram a marca Riachuelo, e investiram pesado em torná-la o centro de seu negócio. O Grupo Guararapes passou a dominar toda a cadeia de produção de suas peças, desde o desenho, até a confecção e distribuição.

 

Nevaldo Rocha – US $ 2 bilhões

Alexandre Grendene Bartelle – US $ 2,1 bilhões

Alexandre Grendene Bartelle e seu irmão gêmeo Pedro Grendene Bartelle são sócios fundadores da Grendene, que não só é uma das maiores fabricantes de sapatos do Brasil, mas do mundo. Alexandre não é mais CEO da empresa desde 2013, porém continua como presidente da Grendene, sendo dono de 41% de suas ações. Também investe em imóveis, tendo várias propriedades espalhadas pelo Brasil e pelo Uruguai.

 

 

Alexandre Grendene Bartelle – US $ 2,1 bilhões

Antônio Luiz Seabra – US $ 2,1 bilhões

Antônio Luiz Seabra abriu a empresa Natura Cosméticos para ser concorrente a estrangeira Avon, em 1969, e hoje em dia é a maior empresa de beleza e cosméticos do Brasil. Uma das principais atividades da Natura é a venda de produtos “de porta em porta”, através de suas mais de 1,4 milhão de “consultoras” no Brasil, em mais outros seis países da América Latina e na França. Em 2017, a Natura adquiriu a marca britânica The Body Shop por mais de 1 bilhão de dólares.

 

Antônio Luiz Seabra – US $ 2,1 bilhões

Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US $ 2,2 bilhões

Alfredo Egydio de Arruda Villela Filho, como Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, é bisneto do fundador do Banco Itaú. Ele é o maior acionista individual da holding do banco, ItaúSA, tendo 12% de participação. Também é acionista da Duratex, empresa fundada pelo seu avô. Em 2014, era vice-presidente do conselho administrativo do Itaú-Unibanco.

 

Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US $ 2,2 bilhões

José Luis Cutrale – US $ 2,2 bilhões

José Luis Cutrale é um nome que você talvez nunca tenha ouvido falar. Ele é dono da Sucocitrico Cutrale, empresa que processa e distribui suco de laranja concentrado. A empresa fornece para marcas da Coca-Cola, como Minute Maid e Simply Orange. Sua família atua no ramo há mais de um século, dando a ele o apelido de “Rei Laranja”.

 

José Luis Cutrale – US $ 2,2 bilhões

Wesley Batista – US $ 2,2 bilhões

Wesley Batista, junto com seu irmão Joesley Batista, trabalhou na expansão dos frigoríficos da família, JBS. Hoje em dia, ele é o presidente da empresa. Em 2016, os dois irmãos foram denunciados na operação Lava-jato, expondo um esquema de propina envolvendo o governo e autoridades.

Wesley Batista – US $ 2,2 bilhões

Joesley Batista – US $ 2,2 bilhões

Joesley Batista, natural de Formosa, é o outro presidente da JBS S.A, a maior empresa de frigoríficos do mundo, e o rei do agronegócio no Brasil. Uma rápida pesquisa com o seu nome resultará em muitos artigos denunciando as polêmicas envolvendo seu nome e de sua companhia. Sua empresa foi acusada de lavagem de dinheiro em 2016, na Operação Car Wash.

 

Joesley Batista – US $ 2,2 bilhões

Jayme Garfinkel – US $ 2,2 bilhões

Jayme Brasil Garfinkel é o maior acionista da empresa de seguros Porto Seguro, tendo uma participação de 40% nos lucros. A Porto Seguro foi comprada pela sua família em 1972, quando ainda era uma pequena empresa. Depois da morte de seu pai em 1978, Jayme assumiu uma posição de liderança nos negócios da família.

 

Jayme Garfinkel – US $ 2,2 bilhões

Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US $ 2,4 bilhões

Dulce Pugliese foi casada com Edson Bueno, com quem fundou a Amil, a maior empresa de assistência médica da América Latina. Dulce manteve uma participação de 33% na Amil após o divórcio. Em 2012, a empresa foi comprada por US $ 4,9 bilhões pela seguradora de saúde americana EUA United Health Group.

 

Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US $ 2,4 bilhões

Walter Faria – US $ 2,7 bilhões

Walter Faria fez sua fortuna num ramo muito querido aos brasileiros, na indústria da cerveja! Em 1998 comprou o Grupo Petrópolis, e lançou a cerveja Itaipava, uma das mais vendidas no Brasil. Walter transformou o Grupo Petrópolis em uma das maiores empresas de bebidas do Brasil, sendo a única grande cervejaria do país que é totalmente brasileira.

 

Walter Faria – US $ 2,7 bilhões

Walther Moreira Salles Junior – US $ 2,7 bilhões

Walther Moreira Salles Junior é conhecido pelo seu excelente trabalho como cineasta, mas não foi aí que fez sua impressionante fortuna. Sua família trabalha com bancos há gerações. Seu pai foi o fundador do Unibanco, além de embaixador nos Estados Unidos. O Unibanco foi fundido com o Banco Itaú em 2008.

 

Walther Moreira Salles Junior – US $ 2,7 bilhões

João Moreira Salles – US $ 2,7 bilhões

João Moreira Salles seguiu um caminho parecido do seu irmão, Walter Moreira Salles. Aproveitou seu status de bilionário, para fazer o que realmente queria na vida, que era ser documentarista. João e seus três irmãos são todos bilionários, e também possuem participações na empresa líder mundial em fornecimento de nióbio mineral, a CBMM.

 

João Moreira Salles – US $ 2,7 bilhões

Fernando Roberto Moreira Salles – US $ 2,7 bilhões

Fernando Roberto Moreira Salles também é membro da mesma família de João e Walther. Como os irmãos, também tem uma participação nos negócios bancários da família. Fernando e seus irmãos possuem 68,5% da holding Itaú Unibanco SA, com um valor estimado em US $ 13 bilhões.

 

Fernando Roberto Moreira Salles – US $ 2,7 bilhões

Abílio dos Santos Diniz – US $ 2,7 bilhões

Abílio dos Santos Diniz é um nome muito conhecido no Brasil. Seu pai era um imigrante português, que em 1948 fundou o Grupo Pão de Açúcar. Abílio tomou as rédeas do negócio do pai e transformou o grupo no maior varejista do país. Em 2013, Abílio vendeu a maioria das ações do Pão de Açúcar ao operador de supermercado francês Groupe Casino. Em 2016, numa jogada no mínimo irônica, se tornou um acionista significativo do Carrefour SA, concorrente direto do Groupe Casino.

 

Abílio dos Santos Diniz – US $ 2,7 bilhões

Pedro Moreira Salles – US $ 2,8 bilhões

Pedro Moreira Salles é o mais novo dos irmãos Moreira Salles, herdeiros de uma das famílias bancárias mais antigas do país. Pedro está acima dos irmãos nessa lista porque, além das participações no CBMM, também é co-presidente da empresa de equidade privada Cambuhy, que fundou em 2011.

 

Pedro Moreira Salles – US $ 2,8 bilhões

João Roberto Marinho – US $ 2,8 bilhões

João Roberto Marinho é talvez uma das primeiras pessoas que venham na mente dos brasileiros quando pensamos em bilionários. Tendo um patrimônio líquido de aproximadamente US $ 10,1 bilhões, ele e seus irmãos são donos da Rede Globo, o maior grupo de mídia da América Latina.

 

João Roberto Marinho – US $ 2,8 bilhões

José Roberto Marinho – US $ 2,9 bilhões

José Roberto Marinho é irmão de João Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho. Cada um deles possui um patrimônio líquido aproximado de 3,8 bilhões de dólares. Os irmãos herdaram o negócio da família depois que seu pai assumiu o jornal O Globo, fundado por seu avô em 1925. José Roberto é formado em história e geografia, mas nunca precisou exercer. É vice-presidente da Fundação Roberto Marinho desde 1998.

 

José Roberto Marinho – US $ 2,9 bilhões

Roberto Irineu Marinho – US $ 2,9 bilhões

O Grupo Globo é sem dúvida o maior grupo de mídia do Brasil. Só a Rede Globo detém metade do mercado brasileiro de TV. Roberto Irineu é presidente do conselho administrativo do Grupo Globo.

 

Roberto Irineu Marinho – US $ 2,9 bilhões

Luiza Helena Trajano – US $ 3,1 bilhões

Luiza Helena Trajano é herdeira e ex-CEO da Magazine Luiza, fundada por seus pais em 1957. A Magazine Luiza é uma gigante do varejo no Brasil, tendo quase 1000 lojas físicas e um império eletrônico em expansão. Luiza Helena possui algo em torno de 17% da empresa, que na verdade foi batizada em homenagem a sua mãe, que também se chamava Luiza. Luiza Helena trabalhou na empresa a vida toda, tendo passado por todos os cargos desde os 18 anos, para aprender como a empresa funciona de dentro pra fora. Ela se tornou CEO em 1991.

Luiza Helena Trajano – US $ 3,1 bilhões

José João Abdalla Filho – US $ 3,2 bilhões

José João Abdalla Filho tem sua fortuna graças ao seu pai, J. J Abdalla, que foi político e empresário da indústria imobiliária e da indústria têxtil. O grupo que seu pai liderava se tornou um dos maiores fabricantes de cimento do Brasil em torno de 1950, contando com mais de 40 mil pessoas entre seus empregados. Abdalla Filho investiu parte de sua herança para fundar o Banco Clássico.

 

José João Abdalla Filho – US $ 3,2 bilhões

Luís Frias – US $ 3,2 bilhões

Luís Frias é dono de duas grandes empresas no Brasil: o “PayPal brasileiro” PagSeguro Digital, e o gigante de mídia grupo Folha, donos de um dos maiores jornais do país, a Folha de São Paulo. Nascido em 1964, Luís Frias se formou na prestigiosa Universidade de Cambridge. Sua fortuna, como de quase todos dessa lista, se deu graças a investimentos inteligentes de sua família. No caso, seu pai, que primeiro adquiriu um dos mais populares jornais do Brasil.

Luís Frias – US $ 3,2 bilhões

Candido Pinheiro Koren de Lima – US $ 3,6 bilhões

Candido Pinheiro Koren de Lima é oncologista, profissão que lhe fez muito rico, mas não bilionário. Sua estonteante riqueza veio depois de investir o dinheiro de seu trabalho em um hospital em Fortaleza, em 1986. Assim em diante, abriu mais hospitais, clínicas e uma empresa de seguros de saúde, que hoje é o Grupo Hapvida. Ele é o presidente do Grupo, e emprega seus próprios filhos, Jorge e Candido Júnior, no conselho de administração. Todos eles estão presentes nessa lista, por serem alguns dos brasileiros mais ricos da atualidade.

 

Candido Pinheiro Koren de Lima – US $ 3,6 bilhões

André Esteves – US $ 5,3 bilhões

André Esteves tem um patrimônio estimado em US $ 5,3 bilhões, segundo a Forbes. O banqueiro ingressou no banco de investimento Pactual enquanto ainda era estudante, e estagiário no departamento de TI contratado por Luís César Fernandes. Bem, foi com certeza uma escolha acertada, já que ele se tornou um dos cinco parceiros do banco e sua fortuna só cresceu.

 

André Esteves – US $ 5,3 bilhões

Carlos Alberto Sicupira – US $ 8,3 bilhões

Carlos Alberto Sicupira está no topo das pessoas mais ricas do Brasil. O paulista, nascido em 1948, tem um patrimônio líquido estimado de pelo menos 12,4 bilhões de dólares. Formado em administração pela Universidade Federal do Rio De Janeiro, com certeza colocou seu diploma a um bom uso, sendo hoje um dos principais acionistas da InBev, possuindo cerca de 3% de participação.

 

Carlos Alberto Sicupira – US $ 8,3 bilhões

Marcel Herrmann Telles – US $ 10,7 bilhões

Marcel Herrmann Telles também deve sua fortuna a Anheuser-Busch InBev, da qual também é acionista controlador. A empresa é considerada a maior empresa de cerveja do mundo. Ele atuou como CEO e Presidente da Ambev.

 

Marcel Herrmann Telles – US $ 10,7 bilhões

Eduardo Saverin – US $ 11,1 bilhões

Eduardo Saverin é um dos poucos nomes dessa lista que os mais jovens vão reconhecer! Basta ter assistido o filme “A Rede Social”, sobre o início do FaceBook. Eduardo Saverin foi interpretado por Andrew Garfield no filme que conta a história de como ele e Mark Zuckeberg fundaram a maior rede social do mundo em 2004. Nascido em São Paulo em 1982, se mudou para os EUA com a família em 1993, e fez faculdade na prestigiosa Harvard. Enquanto estudava, já demonstrou suas habilidades para o negócio quando fez US $ 300.000 em investimentos estratégicos na indústria do petróleo.

 

Eduardo Saverin – US $ 11,1 bilhões

Jorge Paulo Lemann – US $ 22,3 bilhões

Jorge Paulo Lemann teve um início difícil na vida, ficando órfão de seu pai aos 14 anos. Foi estudar economia na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e voltou ao Brasil. Se tornou acionista controlador da InBev, o que lhe rendeu um patrimônio absurdo de 22.3 bilhões de dólares.

 

Jorge Paulo Lemann – US $ 22,3 bilhões

Joseph Safra – US $ 23,8 bilhões

Joseph Safra tem um nome que já diz tudo. Não só um dos banqueiros mais ricos do Brasil, mas do mundo, Joseph é de origem juidaico-libanesa, tendo nascido em Beirute, Líbano, em 1939. Sua família já trabalhava no ramo bancário há gerações, e imigraram para o Brasil em 1952, onde fundaram o Banco Safra em 1955. O Banco Safra é o oitavo maior banco privado do Brasil.

 

Joseph Safra – US $ 23,8 bilhões

Alexandre Behring: US$ 4,3 bi

Alexandre Behring é um empresário brasileiro, sócio e co-fundador da empresa de investimentos 3G Capital. Também investe no setor alimentício, sendo presidente da Kraft Heinz e co-presidente da Restaurant Brands International, que detém marcas gigantescas como Burger King e a franquia canadense de café Tim Hortons.

 

Alexandre Behring

Alexandre Behring

Luciano Hang: US$ 3,6 bi

Luciano Hang é empresário, proprietário da enorme cadeira varejista Havan. Em 2019, a Havan ostentava em seu portfólio 126 lojas em 17 estados do Brasil. Hang também possui muitos outros negócios em diferentes áreas, como usinas hidrelétricas, postos de gasolina, uma empresa imobiliária e um fundo de investimento. Recentemente, Hang recebeu muita atenção da mídia pelas suas opiniões controversas sobre política, economia e direitos trabalhistas, ficando conhecido apenas como “Véio da Havan” entre os jovens nas redes sociais.

Luciano Hang

Luciano Hang

Pedro de Godoy Bueno: US$ 1,1 bi

Pedro de Godoy Bueno é, aos 29 anos, o mais jovem bilionário do Brasil. Ele é CEO da empresa de laboratório Diagnósticos da América SA (DASA), que herdou do seu pai. Se tornou CEO da empresa aos 24 anos, logo após o falecimento de seu pai, Edson de Godoy Bueno. Pra quem já estava se animando, fica o aviso de que o moço se casou em 2018, com seu esposo Herrmann Hoffman.

 

Camilla de Godoy Bueno Grossi

Pedro de Godoy Bueno

Camilla de Godoy Bueno Grossi: US$ 1,1 bi

Camilla de Godoy Bueno Grossi é irmã de Pedro de Godoy Bueno, e também herdeira da DASA. Seu pai era o mais rico bilionário do setor de saúde do Brasil. Ela ainda tem uma participação significativa nas ações da empresa.

 

Camilla de Godoy Bueno Grossi

Camilla de Godoy Bueno Grossi

Franco Bittar Garcia: US$ 1,7 bi

Franco Bittar Garcia é herdeiro da varejista Magazine Luiza, fundada pelos seus avós Luiza Trajano Donato e Pelegrino José Donato em 1957. Franco é membro do conselho administrativo da empresa, apelidada “Amazon do Brasil” pelo seu poder e alcance, visto que as plataformas de comércio virtual representam 40% da receita total da empresa.

 

Franco Bittar Garcia

Franco Bittar Garcia

Ricardo Villela Marinho: US$ 1,7 bi

Ricardo Villela Marinho é outro herdeiro da família Villela, que fundou o banco Itaú em 1945. Ricardo faz parte do conselho de administração da holding ItauSA, controladora do Itaú Unibanco, tendo recebido as ações da sua mãe, Maria de Lourdes Egydio Villela. Ele possui cerca de 1% das ações da holding.

Ricardo Villela Marinho

Ricardo Villela Marinho

Rodolfo Viella Marinho: 1,6 US$ bi

Rodolfo Viella Marinho é irmão de Ricardo, e também neto de Eudoro Libânio Villela, fundador do banco Itaú em 1945. O Banco Itaú foi fundido com o Unibanco em 2008, resultando no Itaú Unibanco, que é controlado pela holding ItauSA. Rodolfo e Ricardo são ambos parte do conselho administrativo da Itausa, sendo Rodolfo o vice-presidente executivo. Ele também recebeu as ações da mãe, assim como seu irmão.

 

Rodolfo Viella Marinho

Rodolfo Viella Marinho

Lia Maria Aguiar: US$ 1,5 bi

Lia Maria Aguiar é, supresa!, herdeira. Ela herdou sua fortuna do império bancário de seu pai, o fundador do Banco Bradesco, Amador Aguiar. Lia e Lina, sua irmã gêmea, não são filhas biológicas de Amador Aguiar. Sua história é muito surpreendente: as duas foram abandonadas quando pequenas, logo em frente a uma filiar do Bradesco, na cidade de São Paulo, e foram adotadas pelo bancário. Em 2019, Lia Maria estava em uma briga judicial pela herança de seu pai com sua madrasta, com quem seu pai se casou menos de seis meses antes de falecer.

 

Lia Maria Aguiar

Lia Maria Aguiar

Daniel Feffer: US$ 1,5 bi

Daniel Feffer e seus três irmãos, todos bilionários que constam na nossa lista, são sócios controladores de uma das maiores empresas de papel do Brasil, a Suzano Papel e Celulose. Fundada em 1924 por seu avô, a empresa virou a maior produtora de papel do país ao adquirir a empresa Fibria Celulose em 2019. Daniel é vice-presidente da Suzano, presidente da filial brasileira da Câmera de Comércio Internacional, e fundador de um “think thank” chamado Intelligent Tech & Trade Initiative, que visa informar e influenciar profissionais do comércio exterior.

 

Daniel Feffer

Daniel Feffer

David Feffer: US$ 1,5 bi

David Feffe e seus três irmãos, todos bilionários que constam na nossa lista, são sócios controladores de uma das maiores empresas de papel do Brasil, a Suzano Papel e Celulose. Fundada em 1924 por seu avô, Leon Feffer, a empresa virou a maior produtora de papel do país ao adquirir a empresa Fibria Celulose em 2019 por cerca de 7,5 bilhões de dólares. David é o mais velho dos quatro filhos de Max Feffer, sendo membro do conselho administrativo da empresa da família junto com seus irmãos Daniel e Jorge. David é presidente do conselho da Suzano e do braço de investimentos da família desde 2003.

 

David Feffer

David Feffer

Ruben Feffer: US$ 1,5 bi

Ruben Feffer é outro dos quatro irmãos que controlam a gigante Suzano Papel e Celulose. Fundada em 1924 por seu avô, Leon Feffer, a empresa virou a maior produtora de papel do país ao adquirir a empresa Fibria Celulose em 2019 por cerca de 7,5 bilhões de dólares. Apelidado de Binho, ele é o único dos irmãos que não é membro do conselho da empresa da família, preferindo dedicar seu tempo a sua profissão de pianista. Ele tem uma empresa que produz músicas para trilhas sonoras de filmes e programas de TV, a Unisson Productions. Em 2013, ele produziu a trilha para a animação O Menino E O Mundo, filme brasileiro indicado ao Oscar de melhor animação.

 

Ruben Feffer

Ruben Feffer

Jorge Feffer: US$ 1,4 bi

Jorge Feffer também é um dos herdeiros da Suzano Papel e Celulose. Fundada em 1924 por seu avô, Leon Feffer, a empresa virou a maior produtora de papel do país ao adquirir a empresa Fibria Celulose em 2019 por cerca de 7,5 bilhões de dólares. Trabalhou como vice-presidente corporativo da empresa da família apenas por dois anos, entre 2013 e 2015, e atualmente também faz parte do conselho administrativo da Suzano, junto com seus irmãos. Sua paixão, no entanto, é a literatura e filosofia. Jorge publicou uma série de livros editados conhecida como Biblioteca de Críticos Sociais, que conta com obras de diferentes filósofos e pensadores políticos.

Jorge Feffer

Jorge Feffer

Jorge Pinheiro Koren de Lima: US$ 1,3 bi

Herdeiro de Candido Pinheiro Koren de Lima, fundador da Hapvida, Jorge é CEO da empresa do pai desde 2001. Jorge se formou em medicina na Universidade Federal do Ceará. A gigante Hapvida, que opera no Brasil 25 hospitais e 66 laboratórios, tornou-se pública na bolsa de valores de São Paulo em 2018. A empresa vale tanto dinheiro que, mesmo cada um sendo proprietário de apenas parte de suas ações, tanto Jorge quanto seu pai e seu irmão mais novo possuem ações o suficiente para cada um deles ser bilionário.

 

Jorge Pinheiro Koren de Lima

Jorge Pinheiro Koren de Lima

Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna: US$ 1,1 bi

Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna também deu a sorte grande ao herdar a empresa do pai, o falecido Pelerson Soares Penido. Ana Maria é vice-presidente do conselho administrativo da CCR, responsável pela construção e operação de rodovias por todo Brasil. A CCR é uma das maiores empresas de concessão de infraestutura de toda a América Latina, não apenas do Brasil. A empresa também conta com uma participação no STP, um sistema de pagamento automático de pedágio, como o Sem Parar. Anna Maria detém cerca de 10% das ações da empresa.

 

Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna

Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna

Rubens Menin de Souza: US$ 1,1 bi

Rubens Menin é uma exceção a essa lista, por não dever sua fortuna a uma empresa familiar. Rubens é fundador da principal construtora imobiliária do Brasil, a MRV Engenharia, a qual fundou em 1979. Fundada em seu estado natal, Minas Gerais, empresa negocia na bolsa de valores de São Paulo. Em 2018, Rubens também fundou o Banco Inter. Em 2019, o engenheiro e empresário anunciou o lançamento da marca licenciada CNN Brasil. Rubens é um fã declarado de esportes, sendo patrocinador do piloto de F1 Bruno Senna e já teve seu próprio torneio de tênis no país.

 

Rubens Menin de Souza

Rubens Menin de Souza

Maria Angela Aguiar Bellizia: US$ 1,1 bi

Maria Angela Aguiar Bellizia é herdeira do Bradesco, um dos maiores bancos do Brasil. Ela herdou sua fortuna do império bancário de seu pai, Amador Aguiar. Maria Angela e sua irmã Lina Maria, não são filhas biológicas de Amador Aguiar. Sua história é muito surpreendente: as duas foram abandonadas quando pequenas, logo em frente a uma filiar do Bradesco, na cidade de São Paulo, e foram adotadas pelo bancário. Maria Angela também possui ações da Bradespar, o braço não financeiro do banco.

 

Maria Angela Aguiar Bellizia

Maria Angela Aguiar Bellizia

Paulo Setubal Neto: US$ 1,4 bi

Paulo Setubal Neto é mais um integrante da família herdeira do Itaú Unibanco. Seu pai, Olavo Setubal, era banqueiro e político, atuando até como prefeito de São Paulo. Ele herdou quase 2% de participação nos lucros da Itausa, que controla o Itau Unibanco, o maior banco privado da América Latina. Sendo o irmão mais velho e tendo atuado no conselho da Itausa por décadas, Paulo Neto possui mais ações do que qualquer um de seus sete irmãos.

 

Paulo Setubal Neto

Paulo Setubal Neto

José Isaac Peres: US$ 1,5 bi

Jose Issac Peres é um magnata dos shopping centers. Ele fundou a Multiplan, que desenvolve e administra shopping centers pelo Brasil inteiro. José começou sua carreira muito cedo, aos 22 anos, quando fundou a incorporadora Vepan, que um dia virou a Multiplan quando abriu seu capital.

 

José Isaac Peres

José Isaac Peres

Roberto Egydio Setubal: US$ 3,3 bi

Roberto Egydio Setubal também pertence a poderosa família Setubal. Ele é co-presidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco Holding SA. Roberto iniciou sua carreira no banco da família em 1980, tendo passado por vários cargos diferentes até chegar a CEO. Desde 1994, Roberto Setubal é um membro da Conferência Monetária Internacional. De 1997 a 2000, foi presidente eleito da FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) e de 2011 a 2017 também foi presidente. Ele é membro do Conselho do IIF (Institute of International Finance), sendo vice-presidente de 2003 a 2014. Em 2002, Roberto Setubal também se tornou membro do Comitê Consultivo Internacional do Federal Reserve Bank de Nova York e em 2003 foi nomeado membro do Conselho Brasileiro de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), cargo ocupado até hoje. Desde 1º de outubro de 2017, Roberto Setubal é membro do Conselho de Administração da Shell. Que currículo! Como se não bastasse, ele também fundou a Fundação Itaú Social, o braço filantrópico do Itaú.

 

Roberto Egydio Setubal

Roberto Egydio Setubal

Samuel Barata: US$ 1,1 bi

Samuel Barata é dono de um pouco mais da metade das ações da Drogarias DPSP, uma rede gigante de farmácias do brasil. A empresa se formou em 2011, com a união da Drogaria Pacheco, da família Barata, e da Drogaria São Paulo, da família Carvalho. Em 2017, a receita da empresa foi de cerca de 2,4 bilhões de dólares, tendo mais de mil lojas espalhadas pelo Brasil. A Drogaria Pacheco é uma das empresas mais antigas do Brasil, fundada em 1892.

 

Samuel Barata

Samuel Barata

João Alves de Queiroz Filho – US $ 2 bilhões

João Alves de Queiroz Filho controla a Hypermarcas SA, que tem um valor de mercado aproximado de 5,6 bilhões de dólares. A empresa conta com 170 marcas e cerca de 4 mil produtos no setor alimentício, de medicamentos, limpeza, beleza, e higiene pessoal. Tudo começou quando João e seu pai fundaram a Arisco em 1969, uma empresa de produtos de limpeza, da qual foi presidente e diretor por vinte anos.

 

João Alves de Queiroz Filho – US $ 2 bilhões

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